<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>GRHUPO BENEVIDES</title>
	<atom:link href="https://grhupobenevides.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://grhupobenevides.com.br</link>
	<description>Gestão de Pessoas de Ponta a Ponta</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Dec 2020 14:39:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.6.17</generator>

<image>
	<url>https://grhupobenevides.com.br/wp-content/uploads/2020/10/cropped-Ativo-60-1-32x32.png</url>
	<title>GRHUPO BENEVIDES</title>
	<link>https://grhupobenevides.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A Liderança Tóxica</title>
		<link>https://grhupobenevides.com.br/a-lideranca-toxica/</link>
					<comments>https://grhupobenevides.com.br/a-lideranca-toxica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Grupo Benevides Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2020 16:07:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grhupobenevides.com.br/?p=966</guid>

					<description><![CDATA[por: Ricardo Zolin Na minha experiência profissional eu conheci muitos líderes admiráveis. Alguns líderes bons, mas um número maior de chefes ruins. Vou falar um pouco sobre cada um destes tipos aqui e para começar e tornar a leitura mais divertida vamos falar dos… Chefes ruins; É impressionante como as corporações se permitem deixar certas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<pre><strong>por: Ricardo Zolin</strong></pre>
<blockquote><p>Na minha experiência profissional eu conheci muitos líderes admiráveis. Alguns líderes bons, mas um número maior de chefes ruins. Vou falar um pouco sobre cada um destes tipos aqui e para começar e tornar a leitura mais divertida vamos falar dos…</p></blockquote>
<p><strong><u>Chefes ruins;</u></strong></p>
<p>É impressionante como as corporações se permitem deixar certas pessoas a frente de operações importantíssimas e que respondem por números expressivos, considerando-se o faturamento global destas empresas. Não estou me baseando na formação técnica melhor ou pior destes líderes, mas sim na estratégia que alguns costumam adotar para a gestão do negócio como um todo.</p>
<p>Embora eu tenha uma formação voltada para pessoas eu sempre fui um profissional muito interessado na saúde do negócio já que Recursos Humanos é uma área que pode gerar muito valor para a organização a médio e longo prazo, mas é a área que sai na frente em termos de gastos, principalmente se não houver uma estrutura de pessoas engajadas.</p>
<p>Considerando isto eu sempre me preocupei com a saúde do negócio e não há algo mais nocivo e toxico a saúde de qualquer negócio do que contar com líderes ruins. E é possível ver isto claramente nas posições mais estratégicas de várias empresas. E sabe porque isto não funciona? Porque estas pessoas têm claramente, no topo da sua lista de prioridades, a autopreservação.</p>
<p>E o modus operandi começa a partir da montagem de uma estrutura que conta com colaboradores extremamente fiéis em posições chave para garantir acesso ao máximo de informações e valer-se dela para exercer controle. Um objetivo secundário seria alcançar as metas financeiras do negócio.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://s2.glbimg.com/WA-QuVI_oTAPKeYBAroMQVPKCqE=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/06/16/raiva.jpg" alt="Imagem relacionada" width="574" height="383" /></p>
<p>Mas por mais incrível que possa parecer a questão do controle da informação chega a assemelhar-se com o que alguns lideres fascistas fizeram e ainda fazem em regimes políticos ditatoriais. Geralmente o ambiente vai ficando tóxico e pessoas começam a sair, mas isso abre espaço para outros galgarem posições e desta forma aqueles que se “fidelizarem“ ao modelo irão conseguindo progresso e o líder ruim passa a ter mais seguidores em meio a outros que se sentem desmotivados com o clima tóxico. Em uma terra estéril a busca por sombra e água fresca ao lado do manda chuva é por demais tentadora e acaba eclipsando a maioria dos questionamentos éticos.</p>
<p>Esse progresso oriundo desta motivação absurda até pode gerar melhoria de resultados, pelo menos a curto prazo e isto mantem o sistema operativo por um tempo e com uma enganosa impressão de que se há pessoas progredindo na empresa e os resultados estão aparecendo e que este é então um modelo de sucesso.</p>
<p>Mas claramente este não é um modelo sustentável pois ele afasta a diversidade de ideias e opiniões já que, como foi dito no início; é um sistema que tem como meta fundamental manter as pessoas que o criaram no topo, trazendo assim uma miopia gigantesca na avaliação dos fatores que são a base dos problemas mais comuns de uma empresa como qualidade, produtividade e satisfação dos clientes.</p>
<p>Estes temas demoram a ser equalizados uma vez que neste tipo de sistema de gestão as pessoas que realmente entendem do assunto podem estar ou não satisfeitas com o modelo. Desta forma se um excelente profissional que tem um impacto importante sobre a qualidade do serviço ou do produto não seja simpatizante dos seguidores fieis do modus operandi vigente, não conseguirá fazer seu ponto de vista ser considerado e explicar suas necessidades e dificuldades. Os fiéis seguidores do chefe maior geralmente já sabem o que se passa e se apressam a dar soluções mirabolantes, mas fora da experiência de um técnico ou até mesmo copiadas ou surrupiadas deste. Isto gera ondas de fazer novamente ou “refazimento” e ainda há chances de se vangloriarem por estarem abertos a criatividade quando mais correta seria busca fazer o simples.</p>
<p><strong>Mas enfim, por que será que líderes ruins chegam ao topo?</strong></p>
<p>A hierarquia empresarial reflete muito do que o ser humano é em essência; um animal agressivo e territorial. Evidentemente todos nós possuímos estes genes de ancestrais mais agressivos, mas apenas em alguns eles se tornam mais ativos e estes são aqueles que tendem a lutar mais para alcançar posições mais elevadas. Esta agressividade que pode ser positiva também pode se transmutar em um transtorno de ansiedade pelo poder e pela sua manutenção e com isto acabar tirando muito da percepção sensorial objetiva. Em outras palavras “cegando” o líder.</p>
<p>Mas líderes executivos estratégicos têm que ter características técnicas admiráveis ou caso contrario não chegariam lá, certo? Sim e eles tem. Conheci líderes com uma capacidade absurda de memorizar resultados e suas conexões com índices de mercado, capacidade admirável. Líderes aptos a projetar tendências com conjecturas muito bem estabelecidas de acordo com os seus conhecimentos técnicos históricos. Líderes com conhecimentos financeiros invejáveis. Mas estes líderes foram efetivos para o negócio? Não necessariamente pois lhe falta uma característica fundamental para fazer um negócio virar…ser admirado pelos seus liderados. Admirado no sentido melhor da palavra, admirado pelo bom exemplo, pela ética, pela lisura, por tomar decisões difíceis, mas corretas, que leve em consideração o negócio, mas as pessoas também. Enfim um líder verdadeiramente humano. A falta desta característica é a barreira que veta a passagem de líderes comuns, agressivos e impositivos, daqueles com os quais qualquer um gostaria de trabalhar e dar uma milha a mais, simplesmente por admira-lo.</p>
<p>Em um país como o Brasil onde é extremamente difícil conseguir resultados consistentes em função de um ambiente macro econômico a beira do caos estes líderes conseguem se sustentar mais do que em economias estáveis. Também porque este complexo ambiente provê uma série de desculpas para os “insucessos”, garantindo que a falta de resultado não é pelo modelo de liderança adotado, mas sim porque este país é uma bagunça… Podem acreditar, isto existe em uma quantidade absurda no mercado brasileiro e em outras economias Latino Americanas. Não que hajam mais líderes eficazes em outros lugares do planeta.</p>
<p>Mas eles simplesmente não se sustentam onde a economia é absolutamente cristalizada.</p>
<p>Ai a dificuldade é outra; inovar para crescer.</p>
<p>Mas isto é assunto para outro artigo&#8230; <span style="color: #008000;"><strong>O de líderes eficazes</strong></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grhupobenevides.com.br/a-lideranca-toxica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
